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sábado, 13 de abril de 2013

Sabe por que você sofre por amor?

Somos todos Um 


:: Rosana Braga ::

Melhor dizendo, sabe por que você, eu e todas as pessoas do mundo sofremos, por qualquer que seja o motivo? Porque resistimos, rebelamo-nos e travamos uma luta contra o que está acontecendo e que não tem nos agradado!

Ou seja, não aceitamos a vida como ela está se mostrando num determinado momento. Não aceitamos o fluxo e passamos a investir pensamentos, sentimentos e emoções, e muitas vezes também palavras e ações, pra revelar nossa imensa indignação diante do acontecimento que está em desacordo com a nossa vontade.

E você poderia se justificar dizendo que faz isso porque não é acomodado, porque luta por aquilo que quer e porque acredita que quem não faz nada para mudar o que não está bom, é covarde, derrotado e fraco.

Compreendo seu ponto de vista e tenho certeza de que parte do seu argumento faz sentido. Mas explico: existe uma enorme diferença entre fazer o seu melhor e tentar tudo o que for possível (sem desrespeitar o limite do outro, claro!) para conseguir o que deseja e... não saber reconhecer a hora de parar e confiar no Universo, a hora de deixar a vida rolar...

Porque, no final das contas, é isso que se chama FÉ! Ou seja, confiar, entregar-se ao ritmo da vida sem ficar contestando, brigando, resistindo, tentando se convencer ou convencer o outro de que as coisas deveriam ser diferentes! Não deveriam!!! Se devessem, simplesmente seriam diferentes!

O fato é que nem você e nem ninguém tem controle sobre o mundo, sobre outra pessoa e, muitas vezes, nem sobre a própria vida. Nosso "controle" é parcial, é limitado, vai somente até onde estamos conscientes; e, acredite: a grande maioria de nós está bem pouco consciente diante de tudo o que existe ao nosso redor!

Podemos decidir muitas coisas, podemos e devemos fazer escolhas a todo momento, mas tudo isso tem influência sobre os resultados até certo ponto. Somos apenas uma pequena parte do todo e, por isso, vivemos também sob a influência do imponderável, do inexplicável, do invisível e até do impensável. Ou seja, vivemos sob as demandas do incontrolável.

E isso significa dizer que, muitas vezes, depois de já ter tentado tudo o que podia, depois de ter feito o melhor que conseguia, não haverá mais nada que você possa fazer para mudar uma situação senão aceitá-la exatamente como ela é, senão confiar na sabedoria da vida e acreditar que o que tiver de ser, será! Que o melhor pode estar por vir se você realmente estiver disposto a aprender, a não repetir os mesmos erros e a, sobretudo, se perdoar pelo que não conseguiu acertar desta vez!

E quando você consegue fazer isso, quando consegue respirar fundo e simplesmente confiar, é inacreditável como você relaxa e tudo começa a fazer mais sentido, tudo começa a ficar mais fácil do que tem sido... Ou seja, o sofrimento começa a diminuir, a dor começa a passar e você termina descobrindo que nada é por acaso mesmo!


Especialmente quando o assunto é dor de amor, sofrimento por alguma frustração ou desilusão amorosa, a gente costuma acreditar que nunca vai passar, ou que vai demorar mais do que podemos suportar, ou ainda que as consequências serão desastrosas, como nunca mais confiar em ninguém, nunca mais se entregar ou nunca mais sequer se relacionar.

Mas embora o tempo tenha seus segredos e poderes, há algo que você pode fazer agora para diminuir seu sofrimento, pra sentir essa dor sumir pouco a pouco. E isso é aceitar, confiar, entregar-se ao ritmo da vida, deixar-se levar com o fluxo do Universo e viver um dia de cada vez, sem fazer tantos planos, sem investir tantos pensamentos e tanta energia nesse acontecimento com o qual você não concorda! Apenas o agora, apenas este momento. E verá, surpreendido, que é bem mais fácil viver quando a gente para de brigar e simplesmente acredita que, ao fazer o nosso melhor, o que tiver de ser nosso, será - mais cedo ou mais tarde!
 
Eu diria que após tantas experiências sobre o amor ainda somos infantis a respeito do tema, simplesmente nos entregamos como crianças esperando que tudo e todos vão preencher o "buraco"  emocional que herdamos talvez de Adão e Eva como culpados de algo, o erro está ai não nos posicionarmos frente aos nossos desejos e assumirmos o papel de coadjuvantes permitir que o "outro" decida por nós. Na tentativa de agradar ou ser aceito nos afastamos da nossa essência causando sofrimento a nós mesmos. Ame-se acima de qualquer coisa, não o amor do egoísta, mas sim do conscientizado que sabe que se nos amarmos amaremos melhor o outro. mah


quarta-feira, 10 de abril de 2013

2ª Matéria sobre Transtornos:

TRANSTORNO DISFÓRICO PRÉ-MESTRUAL (TDPM)

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Alterações relacionadas ao ciclo menstrual, nas emoções, concentração, sono e apetite são alguns exemplos destes transtornos vivenciados por milhões de mulheres (também chamado popularmente de "Transtorno pré-menstrual" ou "TPM"), Disfórico vem de "disforia", que quer dizer inquietude, agitação, mal-estar.
Na maioria das mulheres, essas alterações são percebidas como leves e moderadas; algumas podem ser tão intensas que atrapalham suas atividades diárias, os relacionamentos sociais, afetivos e sexuais. Cerca de 2 a 10 mulheres em cada 100 em idade fértil manifestam esse transtorno.



DIAGNÓSTICO
Feito por entrevista médica, um elemento importante que serve para afastar a possibilidade de que os sintomas sejam confundidos com depressão ou ansiedade, por exemplo.

TRATAMENTO
Quando leves, os sintomas podem melhorar com modificações no estilo de vida (atividade física regular, parar de fumar, evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, dormir bem e manter a alimentação balanceada com baixo teor de sal e gordura.

Em casos mais graves ou mais ou mais leves nos quais as mudanças no estilo de vida não foram suficientes, o tratamento é feito pelo uso de antidepressivos ou ansiolíticos, prescritos por médico psiquiatra. A psicoterapia, geralmente conduzida por um psicólogo também é muito importante no tratamento.








Cerca de 2 a 10 mulheres em cada 100 em idade fértil manifestam esse